Cuidado com o Rafeiro! Não é que morda, mas podes pisá-lo sem querer...

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

A Teoria do “Coiso”

Esta fórmula ainda há-de ganhar o Nobel!


Texto disponível no livro
Rafeiro Perfumado - a minha vida dava um blog

domingo, 28 de janeiro de 2007

Diálogo mudo da vida


Novo texto a "cinco mãos" disponível aqui!

«Este post foi elaborado por IRRITADINHA através de uma colaboração de bloguistas onde o BIGMAC e o RAFEIRO PERFUMADO forneceram as seguintes palavras: assexuada, liberal, Minerva, dunas, iluminado e celibato, horizonte, núcleo, labirinto, paz. DAMULARUSSA e OUTRO constituíram com as palavras as seguintes frases: "Fechou-se num horizonte limitado pelo egoísmo de uma imunda paixão.", "Cresceu no Labirinto de uma vida inexoravelmente adiada", "Os dejectos de uma Paz hipnoticamente presente......Não sejas cruel!", "Honra te seja feita, a irrefutável similitude entre ti e Minerva é o facto de seres sua antagónica", "Dunas? Que vocábulo ridículo para aludires a um simples par de mamas!" e "Delirou com a consciência que aquela ave era realmente assexuada", "O celibato foi então traído vezes sem conta, num desespero inigualável", "Dentro de tudo o sempre foi liberal, acotovelou-se para gritar a esperança", "Naquele espaço iluminado eram os diamantes que indicavam a entrada, mas nunca a saída", "Finalmente chegou…ao núcleo".»

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

ADN Empresarial


Se um funcionário e uma funcionária "trabalharem" juntos, de quem é o "relatório" produzido?

Texto disponível no livro
Rafeiro Perfumado - a minha vida dava um blog

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Rasgos na memoria, ou lucidez inócua?


Novo texto a "cinco mãos" disponível aqui!

"Este post foi elaborado por DAMULARUSSA através de uma colaboração de bloguistas onde a IRRITADINHA e o RAFEIRO PERFUMADO forneceram as seguintes palavras: feiticeiro, vulcão, mulata, abutre, arranha,buço, realeza, borbulha, elevador e doença . BIGMAC e OUTRO constituíram com as palavras as seguintes frases “como um aprendiz de feiticeiro, contribui com o seu olhar alaranjado para a efervescência do caldeirão” “quando durmo pareço um vulcão, é na lava que adormeço e nas cinzas vou despertando”, “mas não se arranja uma mulata?” “aquela respiração próxima rondava-a como um abutre obstinado em variações circulares ao redor da sua jugular” “não agarres o pequeno…arranha”,Extraordinário como até naquele silencio no buço pode haver um diálogo intenso""onde nessa negada realeza se erguiam mais e maiores valores", "Borbulha? Pois vai continuar a borbulhar, faz-te à vida!", "o grito ecoou agressivo e elevador da prudência e do respeito", "como pode provocar os desejos mais violentos de qualquer aberração ou doença acometida".

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Afinal também dá para isto!


Novas aplicações para o Viagra. Não aconselhável a pessoas sensíveis!

Texto disponível no livro
Rafeiro Perfumado - a minha vida dava um blog

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

É louco (Ência, ou o nascimento de algo)


De repente, todo o meu mundo líquido se drenou…pelo que diziam as leis da biologia que me obriguei a intuir, estava na hora. Era este o momento!

Algures, entre Meca e o Dubai, minha Mãe tinha emprenhado 176 dias antes. A sua vontade de se libertar do que nunca tinha tido levara-a ali, àquela areia quente, àquele vulto masculino, a fazer parte daquelas duas sombras nocturnas de gente. Pouco passava das quatro da manhã.

Sensualmente espalhou perfume em si. Desesperadamente sorria. Silenciosamente foi-se aconchegando no chão. Nunca imaginou fazer tal coisa na areia! Muito menos ali, naquela luz cega e insinuada. Aliás, pelo que ela me ia cantando pelas paredes uterinas - entre um choro sorrido e um sorriso molhado - nunca o tinha pensado fazer, ponto final. Mas sem perceber muito bem como, ali estava, aberta como a claridade lunar, brilhante como o deserto.

“Não me tocas?” perguntou ela;

“Não me pediste para ver a cor do amor?” respondeu uma voz densa, que cada vez mais parecia não passar disso mesmo;

“Sim, era esse o objectivo, ver a côr…mas não posso também cheirar o grito? Tocar o aroma? Ouvir o sabor? Saborear a pele?”;

“Agora não…em breve…não agora…”;

“Não sejas tão seco!”. Foram estas as últimas palavras a dois. Estava sozinha, ali. Ela, a lua, a areia, a vontade e o amor, todos se combinavam no mesmo deserto de tudo. Adormeceu pendurada na madrugada que, então, estava a acordar…

A mesma madrugada chamava por mim agora, lá fora.

“E se eu fico todo sujo?” pensei “E se aquilo sempre é o que a minha Mãe cala?”

Nada a fazer. Por esta altura já aquela quase-luz me tinha vestido, tal como fez com a noite. Já não eram as estrelas que me esperavam no mundo. Era música. A música invadiu o ambiente. A música, umas vozes e uns quantos silêncios.

Tentei lembrar-me e dali mergulhei no incógnito, desperto na madrugada, mas encolhido pelos medos alheios que me atravessavam as células.

Não foi o sol que me amparou. Nem a chuva, como me tinham prometido. Foi uma angústia feita de neblina, nevoeiro, lágrimas que se transformavam em vidro pelo negro do pensamento e que se estilhaçavam na ingratidão. Lá estava a tal multidão em alvoroço pelo que esperava não ver, ainda.

Eram feitos de nada os urros amordaçados pelo espanto. Mas chegavam e não partiam. Enchiam-me a cabeça em vagas de dor e arrepio.

“Não pode ser!” gritou uma criança, logo arrastada pelos cabelos para junto de um pai que não sabia não o ser. “Não pode ser…” murmurava o padre, pai da criança sem o saber. “Não pode ser.” chorava a mãe da criança, que aproveitava para despejar o peso do que sabia. Era o pecado que unia aquela gente a mim. Era a luxúria a nossa placenta. Era promíscuo cada centímetro do cordão que nos cozia os umbigos.

Sem esperar que me tocassem, olhei uma última vez para a minha Mãe, agarrei todo o ar poluído que consegui morder, dei-lhe um trago tão fundo como a inspiração que recebi no enigma que recai silenciosamente sobre a visão do triângulo (aquele triangulo que agora se definia de novo, como antes da primeira madrugada) e…gargalhei! As minhas mais sonoras e prolongadas gargalhadas.

As primeiras, mas não as últimas. Nunca!

N…a…s…c…i!

"Este post foi elaborado por OUTRO através de uma colaboração de bloguistas onde DAMULARUSSA e IRRITADINHA forneceram as seguintes palavras: Perfume, Areia, Sujo, Musica e Seco; Vidro, Madrugada, Sujo, Seco e Dubai. BIGMAC e RAFEIRO PERFUMADO constituíram com as palavras as seguintes frases: “no enigma que recai silenciosamente sobre a visão do triângulo"; "entre Meca e o Dubai"; "e dali mergulhei no incógnito, desperto na madrugada"; "sim, esse era o objectivo, ver a côr"; "neblina, nevoeiro, lágrimas que se transformavam em vidro pelo negro do pensamento e que se estilhaçavam na ingratidão" e “Sensualmente espalhou o perfume em si.”; “Nunca imaginou fazer tal coisa na areia!”; “E se eu fico todo sujo?”; “A música invadiu o ambiente”; “Não sejas tão seco!”"

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

Portugal: País de Cábulas ou de Visionários?


Dissertação (palavra gira) sobre um estudo que acusa os portugueses de serem uns grande cábulas.

Texto disponível no livro
Rafeiro Perfumado - a minha vida dava um blog

domingo, 7 de janeiro de 2007

70 Virgens? Deve ser, deve!


Dúvidas que tenho sobre o que espera os suicidas no "paraíso"

Texto disponível no livro
Rafeiro Perfumado - a minha vida dava um blog

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007