Cuidado com o Rafeiro! Não é que morda, mas podes pisá-lo sem querer...

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Yes you can shut up!

Estou farto de ouvir falar do cão do Obama! O cão do Obama fez isto, o cão do Obama é aquilo... Porra, parem lá de o insultar e deixem o homem trabalhar em paz!

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Processem-nos, pá!


Será que não se pode processar a Islândia pelo caos que causou na Europa? Se formos a ver bem, o vulcão é islandês, certo? Logo a cinza também é islandesa e uma parte integrante do seu território, certo? Então os gaijos que tomem conta do seu país, pá! Se o deixam andar por aí a entupir aviões e a sujar-me os vidros das janelas, só têm de ser responsabilizados! Aposto que se fossem as Berlengas a andarem pelo Atlântico à maluca a dar pantufadas a barcos éramos logo denunciados ao Tribunal de Haia, à ONU e mais a não sei quantos organismos!

Senhores advogados, toca a mexer. Bem sei que os tipos estão na bancarrota, mas isso não é motivo para ter piedade deles. Até pode dar jeito, porque assim não têm dinheiro para pagar a defesa e perdem o processo de caras!

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Eyajashlschshhsh


Eyjafjallajokull. Este é o nome do vulcão islandês que causou o caos no espaço aéreo europeu. Sinceramente não sei qual deles cospe mais, se o vulcão cinza ou eu perdigotos, sempre que tento dizer o seu nome...

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

terça-feira, 20 de abril de 2010

Eu vou, mas sob protesto!


Vai realizar-se em Maio mais uma edição do Rock in Rio Lisboa, na qual conto marcar presença em dois dias. No entanto, desta vez estou bastante chateado pela forma como as coisas foram feitas.

É sabido que o cartaz contempla vários artistas, repartidos pelo Palco Mundo (que é onde canta quem realmente interessa), pelo Palco Sunset e por outra treta qualquer arraçada de martelinhos. No Palco Mundo existe um cartaz com quatro artistas, cuja qualidade nos leva a fazer ou não o investimento no bilhete.

Se no dia 29 a simples presença dos Muse era suficiente para eu lá estar batido, já no dia 22 tive algumas dúvidas, tendo sido apenas o somatório do interesse dos quatro artistas que me levou a avançar. No entanto, comprado o bilhete, eis que surge a traição: toma lá mais um, o João Pedro Pais! Isto não deveria ser permitido! Se eu paguei para ir ver quatro artistas, quero apenas quatro artistas, nada de bónus ou brindes! Ainda por cima vou andar aflito até ao dia do espectáculo, não vá a organização ter um assomo de generosidade e espetar lá também com a Mafalda Veiga ou com o André Sardão!

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Bravo, bravo!!!

Anda por aí uma onda de indignação e/ou gozo relativamente à adolescente que afirmou nunca mais lavar o braço, para não apagar o vestígio aí deixado por um dos membros (da banda) dos Tokio Hotel.

Serei o único a aplaudir de pé a decisão desta pitinha? É que sendo a água um recurso tão precioso, só deveria ser gasta em quem realmente merece. E o único valor desta jove é reconhecer que não pertence a esse grupo...

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Eu vou!


Peço desculpa ao Rock in Rio por plagiar o seu slogan mas é, sem sombra de dúvidas, o grito que mais se adequa para a visita papal que se aproxima a sobrancelhas vistas.

Circula por aí (eu pelo menos ouvi uma senhora a falar disto no comboio) que o Estado se prepara para dar tolerância de ponto aos funcionários públicos que pretendam ir ver o Papa. Ora isto levanta toda uma data de questões:
1º Deus está em todo o lado. Se isto é verdade, também o deve ser em relação ao seu representante na terra, logo bastava colocar umas televisões em tudo o que é empresa pública e a coisa ficava resolvida, pois o menos que a Igreja precisa nos tempos que correm é de contacto humano, especialmente se estiverem criancinhas envolvidas.

2º O laicismo do Estado. Não sei em que ponto está, mas sei que andaram por aí a defender o distanciamento do Estado em relação à religião, o que até levou à remoção de crucifixos das salas de aulas e tudo. Ora se em relação ao máximo representante da Igreja Católica se abre uma excepção, porque não em relação ao Dalai Lama, por exemplo? A China não deixou?

3º A conversão espontânea. Até eu sinto qualquer coisa religiosa a crescer dentro de mim, só com a perspectiva de um dia sem trabalhar! A ser verdade esta medida, estou em crer que até vão ter de instalar umas pias baptismais nas repartições públicas, porque aquilo vai ser uma onda de fé católica, seguramente, pois ninguém irá querer deixar de ver o Papa, ainda mais se a malta estiver em tronco nu e se constipar, baldando-se no dia seguinte!

Até estou a ver o seguinte diálogo
na Repartição de Finanças de Ranholas:
Chefe: Mas ó Abdul, tu queres ir ver o Papa?
Abdul: Claro, chefe, eu sempre fui cristão, juro por Alá!

Longe de mim duvidar da fé das pessoas e das suas reais intenções, mas numa altura em que se fala de apertar o cinto e do défice de produtividade, toda e qualquer pessoa que não vá trabalhar deveria apresentar provas de que foi realmente ver o Papa. E que provas seriam essas? Epá, apenas admito duas, ou ser fotografado abraçado ao tipo ou então uma declaração assinada e com selo papal, com o seguinte texto:
I, Pape Benedikt nichts, ich declarra dass de funcinarria Etelvino das Ponte estado na Santuárria von Fatima nas dia 13 Maia 2010.
Por serr verrdada, assina esta documenta, parra que Etelvino das Ponte nein leve bocas dus culegas ateus (Ptuh!) e das outrras religiones (Ptuh! Ptuh! Ptuh!).

E claro que eu vou. Mas é ao Rock in Rio…

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Arranjem tomates, pá!


Muito se tem falado sobre o professor que se suicidou há uns dias, atirando-se da Ponte 25 de Abril. Pelo que consta, este professor era mais um daqueles coitados que era desrespeitado e maltratado pelos alunos, sendo que as suas sucessivas tentativas de denunciar a situação esbarravam invariavelmente na indiferença / burocracia dos meandros administrativos.

Tenho pena deste desgraçado, apesar de lá no fundo me merecer um certo desprezo. Levar uns calduços por parte de uns putos ranhosos não pode nunca ser motivo para parar o carro numa ponte, já de si congestionada, e suicidar-se. E só não lhe vou encher a lápide com salitre porque não apanhei com o engarrafamento desse dia!

Mesmo não concordando, vamos admitir que a pessoa decide colocar um ponto final na vida, pelos motivos acima expostos. O mínimo que se exigia era que ele mandasse o carro da ponte abaixo, mas levando na bagageira uns quantos do grupo de palhaços que o aterrorizavam. Ou, em alternativa, ir dar uma última aula, mas com uma pistola. Entrava na sala, esperava que todos se sentassem e fazia a chamada:
Professor: Etelvina Maria...
Etelvina Maria: Presente, senhor professor.
Professor: Zé Chunga...
Zé Chunga: Não me estás a ver, ó palhaço?
PUM!

E repetia-se o processo, quantas vezes fossem necessárias. Depois, no fim, matava-se à vontade, mesmo à frente dos alunos, para que estes tivessem um motivo a sério para receberem acompanhamento psicológico. E sempre se livraria o nosso futuro de uns quantos elementos que seguramente nunca nos trarão nada de bom. E eu recordaria este professor não como um tipo sem tomates mas como alguém que fez algo que muitos desejam.

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Tu outra vez?!?


Sem pompa nem circunstância, eis-me aqui de novo, fresquinho que nem uma couve-de-bruxelas. Apesar de muita gente ter interpretado o texto anterior como uma certidão de óbito do blogue, a minha intenção foi apenas colocar o rafeiro numa espécie de hibernação, onde pudesse reflectir sobre o que quero realmente para este espaço. O que não foi fácil, atendendo à quantidade de terra que me mandaram para cima...

Mas lá cheguei a uma conclusão. E o que quero eu? Simplesmente divertir-me sem compromissos (nada de conotações sexuais, por favor), continuando a colocar aqui todos os pensamentos e ideias parvas que o dia-a-dia me faz ter e que me fazem sorrir.

Claro que algo tem de mudar, ou rapidamente voltaria à mesma rotina, em que até a ida ao WC era usada para responder às “obrigações” para com o blogue. Não vou fechar os comentários, pois é uma das minhas grandes fontes de divertimento, mas não garanto a resposta aos mesmos, nem tão pouco a devolução das visitas. Armado em fino, estarão já a dizer uns, estratégia de sobrevivência, direi eu, pois só assim me sentirei com pica para “perpetuar” este espaço. Sim, porque uma vez regressado, não se vão ver livre de mim tão cedo, a não ser que o lar de terceira idade não tenha acesso à Internet.

Agora sim, até sempre,
Rafeiro Perfumado