Cuidado com o Rafeiro! Não é que morda, mas podes pisá-lo sem querer...

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Lá gesticular sabem eles



Serão os Mimos pessoas que chumbaram no exame para assistentes de bordo?

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Expressões estranhas, para não dizer estúpidas – Prato cheio

Esta expressão, “aquele tipo é um prato cheio”, não é bem estúpida, prefiro chamá-la de incompleta. Supostamente é algo que se diz de alguém que é o máximo, o rei da festa, o palhaço de serviço, enfim, alguém que não passa despercebido e consegue  transmitir aos outros uma imagem divertida de si próprio.

Então que questionas tu, nobre Rafeiro, perguntarão as almas mais impacientes, alheias às várias imprecisões que ferem esta expressão de estranheza, para não dizer estupidez.

De que tipo de prato estamos a falar? De sobremesa? De sopa? Raso? Variará a definição de prato cheio consoante o grau de coolness do destinatário? Será um Jerry Seinfeld um “prato de sopa cheio” e um Fernando Mendes um “pires de café cheio”? Rachado, vá...

E cheio de quê? Água? Sopa de nabiças? Canja de galinha? É que me parece ter um significado totalmente diferente ser considerado um “prato cheio de cozido à portuguesa” ou um “prato cheio de iscas de fígado”.

E toda esta conotação culinária terá alguma coisa a ver com outra expressão muito comum, o “arranjar um tacho”? Claro que neste último caso eu sei muito bem que tipo de tacho é e com que é que ele está cheio. E também sei que é muito mais comum encontrar um tipo com um tacho do que um que é um prato cheio.

Só tenho pena de que nos casos do tacho não seja mesmo possível levá-los ao microondas ou ao forno. Sei que isso não faria de mim um “prato cheio”, mas que me encheria a barriga de tanto rir, sem dúvida.

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

É muito macho, é...

Vai mas é caçar ursos com um corta-unhas!

Texto tão brilhante que teve de ser removido para um local mais seguro, mais precisamente o livro Agarrem-me ou dou cabo desses palhacitos!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Na prática vai dar ao mesmo

Este estabelecimento em Castelo Branco é visionário. Se formos a ver bem, ambos os colectivos não fazem ideia de onde estão, fartam-se de se babar, só dizem incongruências, são desdentados, usam fralda e foram lá despejados porque os familiares não têm tempo para tratar deles.
Até sempre,
Rafeiro Perfumado

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Ai que desgraça, os saldos estão a terminar!!!

Este não era o título original, mas quis saber qual era a sensação de colocar um título à revista cor-de-rosa. Pfff, não senti grande coisa...
Volta e três quartos estamos a ouvir, ver e ler nos meios de comunicação o anúncio “começou a época dos saldos”, normalmente seguido de gritos histéricos, barulho de pés a correrem, portas a baterem e pneus a chiarem. Não que tal notícia nos pudesse passar despercebida, uma vez que todas as montras exibem orgulhosamente cartazes com percentagens enormes de desconto, refreadas por uns minúsculos “até”, mas mesmo assim capazes de despertar a libido consumista de quase todos nós.

Este período do calendário é um bocado como a abertura da época da caça, só que em vez de um bando de caçadores de arma em punho existe um bando de consumidores de carteira em punho, mas quer uns quer outros ávidos por consumarem os seus instintos mais primários e saciarem as suas ganas muito para além do necessário.

Sabiam que SALDOS é uma sigla para Sem Afectarmos o Lucro Descemos Os preçoS? Claro que não sabiam, acabei de inventar. Ainda por cima nem ficou grande coisa, mas não me lembrei de nenhuma palavra apropriada para o último “s”.

Adiante. Esta época enerva-me. Não pelo facto das pessoas ficarem desvairadas e quase se matarem para conseguirem deitar as unhas à última camisa ou cuecas, pois a mim não me apanham nessas confusões, mas pelo atestado de estupidez que o comércio nos passa. E baseio-me em dois factos:

Li em tempos que um cliente considera algo como uma pechincha quando acredita que o vendedor está a perder dinheiro

O dumping (nota para os que não tiveram de aprender esta e outras estopadas económicas: venda abaixo do custo de produção) é uma prática ilegal

Acreditando que os nossos comerciantes não são criminosos (mesmo considerando aqueles que uns dias antes dos saldos aumentam os preços para depois os baixarem), estes dois factos são contraditórios, mas são eles que dão ânimo à fúria dos saldos. Eu vejo a coisa por outro prisma: quando uma loja anuncia que está a vender os seus produtos com 75% de desconto, quer dizer que até então tinha uma margem de lucro, no mínimo, de 75%. E percentagens destas, caros amigos, só não são crime porque vivemos num mundo consumista, onde se privilegia o lucro imediato e fácil. Mas que são insultuosas para o consumidor que tiver dois dedos de testa (e correspondente cérebro), sem dúvida.

E tirado este peso do meu peito, vou ver se a jove já voltou das compras. E ai dela que tenha voltado sem aquelas calças que eu vi em saldo e lhe pedi para comprar!

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Piada seca, ou melhor, com umas pinguinhas


Será que os incontinentes fazem as suas compras no Continente com a esperança de melhorarem?

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Viva a Power Balance!

Anda por aí uma grande campanha contra as pulseiras Power Balance, com direito a grupos contestatários no Facebook, comunicações inflamadas e gozo indiscriminado das pessoas que aderiram a esse adereço.
 
Mas está tudo parvo, ou quê?!? Querem fazer o favor de deixar essa malta em paz ou vou ter de mandar uma arrochada em alguém?!? E passo a explicar a minha posição! Todos nós na vida interagimos com uma infinidade de pessoas, sendo que muitas vezes só após um convívio mais prolongado é que conseguimos perceber como é que alguém é verdadeiramente, e por vezes tarde demais (a quantidade de relacionamentos falhados que comprova este argumento).
 
Então agora que existe um método simples de topar à distância malta equilibrada, existe quem seja contra?!? É que é completamente diferente fazer uma negociação com uma pessoa que usa esta pulseira e outra que não usa, pois sabemos à partida com quem é que podemos inventar argumentos, com uma segurança absoluta em relação ao grau de credulidade do nosso interlocutor. É por isto que eu vos suplico, não forneçam argumentos para que as pessoas duvidem destas pulseiras nem gozem com quem as usa, a minha vida tem sido muito mais fácil desde que elas surgiram!
 
E para a malta que tem vontade de comprar esta pulseira mas não consegue dar os trinta e tal euros que esta custa, tenho a informar que existem umas nas lojas dos chineses muito mais baratas, as quais garanto produzirem exactamente os mesmos efeitos das originais, pelo que não seja o factor económico a impedir-vos!
 
Até digo mais, incito-vos a usarem uma pulseira em cada braço, porque às vezes olho para vocês e estão de lado, podendo induzir-me em erro, além de que assim ainda ficam mais equilibrados, evitando futuros desvios na coluna!
 
Até sempre,
Rafeiro Perfumado

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

É que nem pensem em actualizar isto!

As imagens que aqui se encontram representadas foram obtidas num dos inúmeros mapas espalhados por Lisboa, cuja função é auxiliar a malta a circular na mesma, com especial atenção para os turistas.

No entanto, uma análise um bocadinho mais cuidada do mapa revela que não está propriamente actualizado, nomeadamente no que toca às estações do Metro (já nem me lembrava que tinha existido uma estação chamada Palhavã) ou na localização dos estádios do SLB e do SCP.

Das duas uma: ou os responsáveis por estes mapas estão a fazer isto numa perspectiva histórica (e então sugiro colocarem a localização dos estábulos do Marquês de Pombal e as termas romanas) ou então são um bando de incompetentes, prestando um serviço muito duvidoso ao turismo lisboeta.

É que se não corrigirem isto, já estou mesmo a ver algum adepto de futebol mais distraído a entrar pela casa de alguém, dirigir-se à cozinha e dar-se o seguinte diálogo:
Adepto: Vá, toca a levantar que esse lugar é meu.
Tipo espantado: Desculpe? Mas esta é a minha casa!
Adepto: Mau, olhe aqui o bilhete! Bancada poente, terceiro anel, número vinte e oito!
Tipo espantado: Mas ó amigo, o estádio já não é aqui, é ali em frente!
Adepto: Olha-me este! Mas quem é que sabe onde é o estádio, você ou a Câmara Municipal de Lisboa? Vá, toca a andar mas deixe aí a cervejola e a entremeada!

Até sempre,
Rafeiro Perfumado