Cuidado com o Rafeiro! Não é que morda, mas podes pisá-lo sem querer...

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Entrevistas Imaginárias – O Vampiro Escanção


Olá, sejam bem-vindos a mais um programa “As madrugadas do Etelvino”, o magazine cultural para todos os que sofrem de insónias ou tiveram um AVC e não conseguem mudar de canal!

Como sempre, temos um programa fabuloso, com o grupo musical “Os Pardalitos Abatidos” e declamação de poesia a cargo da nossa querida Felisbela Secante. Mas isso é mais logo, para já vamos passar ao nosso convidado especial de corrida, o Conde Chupovsky. Palmas para ele!

Conde: Muito obrigado, sois muito gentil!
Etelvino: Então, caro Conde, o que o trouxe cá?
Conde: Olhe, vim a voar, que isto com o aumento da gasolina não está fácil, já para não falar que assim é muito mais fácil estacionar!
Etelvino: É verdade, esqueci-me de referir esse pormenor, o nosso convidado de hoje é um vampiro, correcto?
Conde: Sim, mas não um vampiro qualquer, sou um vampiro escanção.
Etelvino: Ora conte-nos lá que raio é isso...
Conde: Bom, qualquer um pode espetar as dentuças num pescoço e sugar o sangue, mas eu desenvolvi o palato de tal forma que me permite identificar várias características da pessoa que estou a chupar.
Etelvino: Fantástico. Isso é fantástico. Importa-se que o coloquemos à prova?
Conde: Com certeza, nunca digo que não a uma refeição grátis!
Etelvino: Ora então deixe-me vendá-lo.... e pronto! Agora, aqui à sua frente tem quatro voluntários, que vou pedir que identifique!

Conde: SLUUUUUUURP. Ora bem, neste caso é um indivíduo nos seus 53 anos, com sangue A RH+, com fortes indícios de álcool e um elevado nível de colesterol.
Etelvino: Fantástico, isso é fantástico. Passemos ao próximo...
Conde: SLUUUUUUUUUURP! Aqui temos um individuo nos seus 24, com sangue B RH- e que precisa de lavar melhor o pescoço, pois ainda tem vestígios de sabão azul.
Etelvino: Deslumbrante, sem dúvida. Avancemos...
Conde: SLUUUUUURP! BUUUUURP! Ai, desculpem, este tinha muito gás. É sem dúvida um adolescente, dos seus 13 anos, que abusa na coca-cola e com sangue O RH-.
Etelvino: A minha alma quase que está parva. Vamos então ao último voluntário.
Conde: SLURP! SLURP! SLURP! SLURP! Mas ó Etelvino, este parece estar seco, que raio de pessoa é esta?
Etelvino: Ah! Ah! Ah! Foi uma brincadeira que eu e a Lili Caneças quisemos fazer consigo, não leve a mal!

E pronto, senhores telespectadores, foi o Conde Chupovsky, que nos mostrou como é possível reconhecer alguém ape... Faz favor de largar a rapariga do ponto, Conde! Larga! E o cameraman também! Larga! Peço desculpa, vamos para intervalo e já voltamos!  Espero! LARGA! LARGA! Olha o crucifixo! Olha o dente de alho!

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

sábado, 29 de janeiro de 2011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Eu vou é para as chamas do Dragão!

Estou convencido que no céu não há adeptos do FCP. É que quando estes estão a morrer e lhes dizem “tu vai para a Luz!”, acham que algum faz isso?

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A incompetência também tem senhas de tolerância?

Menos 5% no salário. Antes que comecem a voar garrafas, pedras, tochas e uma ou outra foca, deixem-me esclarecer que este texto apenas se refere ao subgrupo de funcionários públicos que dá mau nome à classe, pelo que as oito pessoas que se encontram fora desta categoria não se devem sentir melindradas.

Feito o esclarecimento e salvaguardado o meu lombo, avancemos então para os motivos pelos quais a redução do salário da função pública apenas me consegue arrancar um “sniff”.

1º Caso – Rafeiro vai todo pimpão actualizar as vacinas
Chegado ao centro de saúde, tiro a senha, olho pesarosamente para o número e sento-me para aguardar a minha vez. Convém referir que o moderno sistema de indicação das senhas encontrava-se pendurado na parede, esventrado, pelo que a indicação do número da senha era efectuada pela voz de um funcionário.

E eis que o momento de semi-orgasmo chega, chamam o meu número. Todo contente, lá vou eu na direcção do senhor, estendendo-lhe orgulhosamente a minha senha.
Funcionário: Não é esta senha que eu estou a chamar!
Rafeiro: O senhor chamou o número 97, é o meu.
Funcionário: Pois, mas essas senhas é o meu colega que chama, tem de aguardar!
Rafeiro: ...

Conclusão: não basta tirar senha, temos também de saber o timbre de voz da pessoa que nos vai chamar, assim um bocado como os bebés pinguins que no meio da chinfrineira têm de reconhecer o chamamento dos pais. Acho que deveriam esclarecer logo quem tira a senha que "olhe que a sua chamada é feita por um senhor com um falsete em ré menor" e assim a malta já estava preparada...

2º Caso – Rafeiro vai outra vez todo pimpão tratar do Cartão de Cidadão
Chegado ao local, dirijo-me à máquina das senhas. Surpresa das surpresas, estava avariada. A senhora diz-me então que a máquina estava com problemas, pelo que teria de ir para a fila. Lá vou eu, todo contente, uma vez que estavam apenas cinco pessoas na dita fila. Talvez vendo o meu sorriso, manda logo:
Funcionária: Mas olhe que tem cerca de 40 pessoas à sua frente...
Rafeiro: (olhando para as pessoas à sua frente e para as sete ou nove sentadas em redor) Mas não havendo senhas a ordem não é a da fila para a qual me mandou?
Funcionária: Sim, mas há pessoas que estão fora dela, ou sentadas ou foram tratar de outros assuntos.
Rafeiro: Portanto qualquer pessoa que aqui chegue, e uma vez que não há senhas, pode sempre dizer que está à minha frente.
Funcionária: Pois...

Conclusão: Pirei-me imediatamente, não sem antes dizer que uma redução de 5% no salário ainda era capaz de ser pouco. E depois fugi, que aquilo é malta incompetente mas ainda há uns quantos que são encorpados.

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Coitadinha...

Lyonce Viiktória. É este o resultado do brainstorming feito entre Luciana Abreu e Yannick Djaló para encontrar o nome da filha. Acho bem. Temos uma quase artista, um quase jogador da bola, agora quase temos um nome de gente. E o pormenor de ter dois "i" seguidos? Delicioso, deve ter sido quando disseram "Vi" e ficaram a pensar no resto do nome.

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

PS: o Facebook eliminou o meu perfil, certamente por causa dos conteúdos altamente pornográficos presentes no mesmo (eu sabia que aquela fotografia minha agarrado a uma cabra ia dar mau resultado). Portanto, ideias parvas que antes colocava por lá vão passar a ser colocadas aqui, pois não só não lido muito bem com a prepotência como não gosto de me sentir amordaçado.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Cadê?

Nada como começar o dia respondendo a inquéritos da DGCI. Agora só espero que aquilo seja mesmo anónimo, ou são capazes de não achar piada à minha sugestão de melhoria.


Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Ai a minha vida!

De acordo com esta notícia, o mundo nunca mais vai ser o mesmo. Então não é que em vez de doze signos astrológicos afinal existem treze?!? Ao que parece a Lua, essa maluca, tanto puxou pelas marés que a Terra foi atrás, ocupando actualmente uma posição diferente em relação aos outros astros, lixando completamente a divisão temporal que até agora era feita pelos signos.

Nem quero pensar na quantidade de consultas que vão ser marcadas em psicólogos, pois isto da malta descobrir assim de repente, sem anestesia, que guiava a sua vida pelo signo errado, é de dar cabo de qualquer um. Por outro lado, também pode servir de desculpa para aquelas pessoas a quem tudo parecia correr mal, pois andavam a fazer vida de leão quando lá no fundo eram uns carneiros.

Já no que toca ao meu caso, não muda grande coisa, pois de Peixes mudo para Aquário. Atendendo à evolução registada, a minha esperança é que no próximo alinhamento astral passe a ser do signo Pescador, ou coisa do género.

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

PS: Para todos aqueles que estão todos contentes a exibirem as notícias de que afinal os signos não mudaram, deixem-me apenas avisar-vos que o desmentido é feito pelos astrólogos. Ora isto é o mesmo do que o José Sócrates dizer que as licenciaturas afinal também se tiram ao Domingo.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Chapéus há muitos, seu palerma!

Ainda não consegui perceber se as pessoas que usam chapéu dentro do carro andam a treinar para quando tiverem um descapotável ou são simplesmente estúpidas.

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Ó pra mim a respirar sem vos dar um cêntimo!

Um dos momentos mais divertidos do meu dia é quando chego a casa e abro a caixa do correio. É sempre um prazer ficar a conhecer os motivos pelos quais não levo a vida com que sempre sonhei, na forma de contas da água, da luz, do gás, do canal Sexy Hot, etc., etc., etc.

Mas tenho de confessar que esta semana recebi uma carta que me fez sorrir ainda mais, ao ponto das minhas bochechas terem tocado nos lóbulos auriculares. A minha Câmara Municipal resolveu instituir, para além das taxas já existentes, a taxa municipal de utilização do subsolo. Confesso, é uma forma brilhante de nos sacar mais dinheiro e sem que possamos reclamar, pois não me estou a ver a ensacar a descarga do autoclismo e ir colocá-la no contentor de resíduos orgânicos, por exemplo.

Agora é uma questão de esperar que venha a taxa seguinte, como por exemplo a da utilização do espaço aéreo, pois há aqui uns fios que abastecem a minha casa de electricidade que cruzam o céu público, e nem me sinto bem em estar a usufruir disso gratuitamente. Claro que há o facto de já pagar esses serviços através de todas as outras taxas e impostos, mas isso são pormenores insignificantes...

No meio desta engenharia financeira destinada a chupar-nos até à medula, só tenho receio de uma coisa. É que eu sou proveniente de uma família numerosa, da qual alguns membros, infelizmente, já não se encontram entre nós. E se as câmaras se lembram de começar a cobrar dinheiro por essa ocupação de subsolo? Até já estou a ver a factura detalhada a chegar lá a casa:
- Bisavô Etelvino – 3m2 – 18 euros
- Tetravó Felisbela – 2,5 m2 – 15 euros
- Primo Fabrício – 1,3 m2 – 8 euros

É da maneira como monto uma catapulta lá em casa, ficando desde já avisados: da próxima vez que virem um objecto estranho a cruzar o céu, foi um familiar meu que quinou e não estou para ter despesas! Mas se para além de avistarem o objecto, ouvirem “mas eu estou viiiiiiiiiivooooooo”, não era um familiar meu, e sim o inventor desta nova taxa!

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O típico tiro de gasolina seca

Começou a circular um e-mail que visa incentivar as pessoas a boicotarem durante um mês o abastecimento de gasolina na Galp e na BP, visando dessa forma desencadear uma guerra de preços. Como se os tipos não estivessem todos combinados...

Por muito voluntariosa e fofinha que esta iniciativa seja, nada me tira da ideia que quem lançou isto foi alguém ligado à REPSOL, CEPSA ou qualquer uma das outras sanguessugas do nosso meio gasolineiro.

Querem efectivamente provocar uma guerra de preços? Andem a pé, gordos do catano! Deixem de ir ao café de popó, preguiçosos da treta! Vão de transportes públicos para o emprego, finórios de meia-leca! Caso optem por estas medidas, então sim, estarei convosco de corpo e alma!

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

E um preservativo em aço, não se arranja?


Que melhor tema para entrar seguro em 2011 do que lingerie militar? Pois é, foi noticiado que o exército britânico presente no Afeganistão vai ser equipado com cuecas blindadas. Pelos vistos as bombas andavam a causar demasiados danos ao nível das partes pudibundas dos soldados e consequente entupimento das candidaturas a soprano na British Opera.

Acho muito bem que se procure proteger a masculinidade dos soldados, mas não posso evitar em pensar numa série de questões para lá de pertinentes:

1º Coçar a micose
Como é que esta malta vai fazer para praticar um acto tão macho? Ou as cuecas trazem uma lima ou então a malta vai ficar ali a desgastar as unhas para nada!

2º Controlar os “levantamentos” involuntários
Estando o material tão bem acondicionado, o que é que acontece se pelo soldado passar uma afegã roliça, um dromedário tronchudo ou um talibã fofinho? Haverá uma cavilha de segurança que permita aos soldados dar largas às suas fantasias?

3º Fazer as suas necessidades fisiológicas
E se lhes der uma caganeira repentina? Se com roupa normal aquilo por vezes é à tira que se consegue meter o cu a debitar, o que se passará com umas cuecas blindadas?

4º Missões anfíbias
Está bem que aquilo no Afeganistão é bastante deserto, mas caso tenham de fazer uma missão que envolva água, não correm o risco de irem todos parar ao fundo?

5º Limpeza
Está bem que cada soldado vai receber quatro pares, mas preocupa-me o aspecto da limpeza. Ainda mais tratando-se de um cenário de guerra, não faltarão situações em que apanham valentes cagaços, com as consequentes libertações corporais. Como é que fazem depois? Encostam as cuecas a uma parede e vá de lhes dar uma mangueirada?

Claro que se as cuecas permitirem salvaguardar o material procriador, todas estas questões serão de importância menor. Mas que atiçam a minha curiosidade, sem dúvida!

Até sempre,
Rafeiro Perfumado