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sábado, 30 de abril de 2011
Ditados rafeirosos 12
Candeia que vai à frente tem o dobro das hipóteses de cair num buraco ou de levar uma chumbada.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Terá a ecologia limites?
Será que se eu me deitar com uma OKOBALL dentro do pijama acordo sem necessidade de tomar banho?
Até sempre,
Rafeiro Perfumado
terça-feira, 26 de abril de 2011
Deixa-me lá meter a cabeça a ver se mordes
O título talvez não seja o mais feliz, mas retrata na perfeição um dos mistérios da natureza que mais me fascina. Sempre me maravilhou ver aqueles programas sobre a natureza em que uns animais limpam os outros, como por exemplo uns peixinhos que se metem na boca de uns peixões para lhes limparem as cáries e outras bichezas, ou mesmo uns pássaros que se metem dentro da boca de crocodilos para lhes removerem parasitas. Isto pode ser a minha faceta humana a falar, mas se eu fosse um crocodilo com a boca aberta e um pássaro lá se metesse dentro, NHAC, o lanche estava servido.
O que me causa verdadeira impressão é saber o processo que levou ao estabelecimento destas relações. Será que havia espécies que se juntavam em assembleia e enviavam voluntários à boca de vários bichos para ver onde é que podiam trabalhar em paz?
- Olha, o Penas vai entrar ali no leão. Ui, já era...
- Agora é o Plumoso, que vai tentar a hiena. Fosca-se, até voaram penas!
- Topa ali o Bicadas, a afiambrar-se na boca do crocodilo! Bora, malta!
Seria assim? E se por azar calhassem com um bicho empalhado, transmitindo-lhes uma falsa sensação de segurança e depois quando chegassem ao vivo marchavam para o estômago do bicho para observarem o funcionamento dos sucos gástricos? Aposto que muitas espécies se extinguiram à conta destas experiências.
E já imaginaram se esta prática fosse aplicada na nossa sociedade? Permitíamos que a malta se chegasse ao pé de nós e nos começasse a mexer, espremendo as borbulhas, sacudindo a caspa, fazendo uma massagem. O lixado era se não topássemos que eram políticos e quando se iam embora lá ia a nossa carteira...
Até sempre,
Rafeiro Perfumado
O que me causa verdadeira impressão é saber o processo que levou ao estabelecimento destas relações. Será que havia espécies que se juntavam em assembleia e enviavam voluntários à boca de vários bichos para ver onde é que podiam trabalhar em paz?
- Olha, o Penas vai entrar ali no leão. Ui, já era...
- Agora é o Plumoso, que vai tentar a hiena. Fosca-se, até voaram penas!
- Topa ali o Bicadas, a afiambrar-se na boca do crocodilo! Bora, malta!
Seria assim? E se por azar calhassem com um bicho empalhado, transmitindo-lhes uma falsa sensação de segurança e depois quando chegassem ao vivo marchavam para o estômago do bicho para observarem o funcionamento dos sucos gástricos? Aposto que muitas espécies se extinguiram à conta destas experiências.
E já imaginaram se esta prática fosse aplicada na nossa sociedade? Permitíamos que a malta se chegasse ao pé de nós e nos começasse a mexer, espremendo as borbulhas, sacudindo a caspa, fazendo uma massagem. O lixado era se não topássemos que eram políticos e quando se iam embora lá ia a nossa carteira...
Até sempre,
Rafeiro Perfumado
sábado, 23 de abril de 2011
Ditados rafeirosos 11
Dá Deus nozes a quem não tem dentes, que se forem espertos usam parte-nozes.
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quinta-feira, 21 de abril de 2011
Olha, este tem motor!
Os stands de venda de automóveis sempre me encheram de curiosidade. Quer dizer, não é propriamente o stand em si que me enche de curiosidade, aquilo não passa duma loja cheia de carros habitada por vendedores sorridentes e manhosos. O que sempre me chamou a atenção foi o facto dos carros estarem expostos com o motor à mostra. Aquilo é para quê, para a malta ficar a saber que o preço do carro inclui as peças que o fazem andar? Ou será para impressionar os entendidos? Eu olho lá para dentro e, muito sinceramente, fico todo contente quando reconheço o sítio onde colocar o líquido para lavar os vidros. Bem podem dizer que o motor tem oito cilindros, quatro cubos ou três trapézios, eu só vejo um amontoado de cabos, plástico e metal.
Agora se a exibição das entranhas do carro nem é para impressionar nem para provar que tem motor, porque não estender esta prática a outras coisas? Era colocar as televisões todas esventradas, para nos podermos maravilhar com os avanços da tecnologia. Era colocar as torradeiras com a parte eléctrica toda exposta, para podermos apreciar o mecanismo que faz saltar a torrada. Só seria complicado quando fossemos a uma loja de animais comprar uma nova mascote lá para casa:
- Mamã, mamã, podemos levar este que tem o sistema digestivo mais rosadinho? Vá lá, mamã!
Tadinhos dos bichos...
Até sempre,
Rafeiro Perfumado
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Profissional a tempo inteiro o catano!
Trabalho é trabalho, bagaço é bagaço. É que não aprecio muito o conhaque...
Texto tão brilhante que teve de ser removido para um local mais seguro, mais precisamente o livro Agarrem-me ou dou cabo desses palhacitos!
Estás a ficar kota, rafeiro...
Hoje é um dia muito importante para mim. Quase sem dar por ela, este blog fez cinco anos, o que em idade de rafeiro ou de blogosfera, é muito, acreditem. Não vou estar aqui com grandes lamechices, mas tenho de agradecer a todos os que me têm ajudado a alcançar o grande objectivo da criação deste espaço: divertir-me e partilhar as ideias pouco convencionais que me surgem. Obrigado, malta!
Até sempre,
Rafeiro Perfumado
Até sempre,
Rafeiro Perfumado
sábado, 16 de abril de 2011
É a crise em todo o seu esplendor!
Segundo as agências de rating, essas eminências pardas da economia moderna, a capacidade de alguns bancos portugueses cumprirem com as suas obrigações está no nível "lixo". Querem ver que estes ainda vão tentar pagar-nos os juros em cascas de banana, espinhas ou diplomas da universidade independente?
Até sempre,
Rafeiro Perfumado
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Era a brincar, era a brincar!
Querem ter uma experiência emocionante, plena de adrenalina? Quando se cansarem de ouvir um tipo a buzinar porque tem o carro bloqueado, saiam do vosso prédio, façam um olhar aflito na direcção do buzinador, comecem a correr para ele e quando estão mesmo, mesmo quase a chegar digam:
- Ah, afinal não é o meu...
Claro que convém dizer isto antes do tipo vos começar a bater.
Até sempre (se eu não fizer isto muitas vezes),
Rafeiro Perfumado
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Chega aqui, que estou stressado!
Existem trabalhos que exigem muito dos seus executantes, trazendo associado um elevado nível de stress. Podia agora fazer uma piadola fácil, dizendo que além destes trabalhos também existem os empregos da função pública, mas não o irei fazer, não só porque conheço duas ou três pessoas desse sector que trabalham e muito como também, e principalmente, são leitores deste blog (nos períodos de descanso, obviamente). Logo, keep up the good work!
No entanto, pese o que acabei de dizer, é sobre a função pública que quero falar. As tarefas desempenhadas são muitas vezes monótonas, repetitivas, enfim, sem grande interesse ou estímulo intelectual, o que leva muitas vezes à desmotivação e, pasme-se, ao stress, uma vez que a qualquer momento esta malta pode ser colocada no quadro de excedentários.
Convenhamos, não deve ser nada agradável ser colocado num quadro, assim à vista de todos, ainda mais se o autor da colocação não tiver bom gosto na escolha da moldura. Então se pensarmos que são exibidos no dito quadro e com um rótulo de excedentário na (espero) testa, facilmente começamos a ter alguma simpatia por estes nómadas suplentes, perdão, desalojados públicos.
Pensando a sério nesta situação, surgiu-me, uma vez mais, uma ideia quase brilhante. Porque não utilizar estes inúteis, perdão, excedentários e fazer deles utensílios anti-stress? Em vez de se usarem aquelas bolinhas ridículas, que tendem a ficar sebosas com o uso, era forrar estes tipos com um material esponjoso, tornando-os parecidos com o boneco da Michelin, e “lançá-los” às feras. Desde o simples abracinho ao espancamento selvagem (consoante o nível de stress acumulado), julgo que esta medida, para além de tornar os excedentários em algo útil, faria maravilhas pela moral dos funcionários públicos! Então se o “funcionário anti-stress” usasse uma máscara com a fotografia dos superiores hierárquicos, ui, seria a loucura! Não deviam era durar muito, coitados, mas também era da forma como se resolvia rapidamente o problema de excesso de pessoal.
Até sempre,
Rafeiro Perfumado
sábado, 9 de abril de 2011
Ditados Rafeirosos 10
"Quem espera sempre alcança, não se sabe é o quê e se era o que queria"
Até sempre,
Rafeiro Perfumado
Até sempre,
Rafeiro Perfumado
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
Vão chular quem vos fez as catenárias - Parte II e final, pois tenho mais que fazer
Depois da ausência de resposta à minha última comunicação, tive de voltar à carga, mas apenas por descargo de consciência, pois tenho perfeita noção de que as pedras só mudam com a erosão, e mesmo esse processo demora mais tempo daquele de que disponho.
Pese a CP continuar a ter a satisfação do Cliente como uma sua prioridade (palavras vossas) continuo sem receber resposta à minha última comunicação, nomeadamente a indicação do fundamento legal que vos permite cobrar por um serviço que não é prestado e não proceder à devolução do dinheiro.
Mas passemos a outro assunto: as greves da CP que irão prolongar-se até ao final de Abril, com a particularidade de serem apenas às horas extraordinárias (e já estou a ser simpático ao não referir as próximas três greves, marcadas casualmente para três sextas-feiras). No que é que isso se traduz? Há comboios quando calha. O horário está afixado nos painéis electrónicos mas à hora prevista ou recebemos a informação de que foi suprimido ou, pura e simplesmente, alteram para o horário seguinte. Será assim tão complicado fazer uma planificação contemplando as horas extraordinárias e outra ignorando as mesmas? É que garanto ser completamente diferente sabermos que apenas há comboios de trinta em trinta minutos do que irmos apanhar um comboio previsto e o mesmo ser cancelado. Permitam-me que vos demonstre a coisa recorrendo novamente à figura da casa de alterne.
Digamos que nessa casa trabalha a Etelvina, que atende um cliente às 09:01, outro às 09:31 e ainda outro às 10:01. Temos também a Felisberta, que apesar de estar no turno da tarde faz umas horas extra durante a manhã, digamos que às 09:17 e às 09:47. Os clientes dirigem-se à casa de alterne tendo isto em conta, certo? Agora se chegam lá e sem qualquer aviso prévio lhes dizem que a Felisberta afinal não trabalha, o que é que acham que sucede? Exacto, tenta tudo ir com a Etelvina, o que não é propriamente agradável, pois não só o “material” tende a sofrer um desgaste maior como os clientes não gostam de partilhar certas coisas, gerando insatisfação e focos de conflito.
Ficou claro? Se preferirem posso mandar uma apresentação em Powerpoint, com fotografias sugestivas da Etelvina e da Felisberta. Agora o que eu gostava mesmo é que uma empresa pública, paga também com o meu dinheiro, assumisse verdadeiramente a sua missão de servir o público e procurar a sua satisfação, abandonando de vez uma política de gestão amadora, que aposto nem as casas de alterne utilizam.
Até sempre,
Rafeiro Perfumado
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Uau, isso é quase fantástico
As chain letters e as almas tortuosas que os reenviam...
Texto tão brilhante que teve de ser removido para um local mais seguro, mais precisamente o livro Agarrem-me ou dou cabo desses palhacitos!
sábado, 2 de abril de 2011
Ditados Rafeirosos 9
Se alguém te oferecer flores... não, não é do Impulse, ou fazes anos, ou morreste ou te querem saltar para cima!
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