Um destes dias estava em casa da minha sogra, morfando
o belo dum bitoque, quando tomei atenção à conversa que a sogra e
respectiva filha estavam a ter, que andava à volta de um pássaro que se
diverte a cantar ao pé da nossa casa, sendo que começa a cantoria ainda de madrugada.
Sogra: Então e tu já viste o pássaro?
Jove: Não, só o ouvi, àquela hora não me vou meter a espreitar pássaros.
Sogra: Se calhar é uma pega...
Jove: E eu sei lá como é que canta uma pega?
Foi então que dei por mim a gritar (um pouco mais alto do que aconselhado):
Rafeiro: Como é que canta a pega? Rapiiiiidiiiiiinha a cinco erós!!!
Obtive como resposta vários pares de olhos esbugalhados e incrédulos, não me restando outra alternativa que voltar a remeter-me ao silêncio e ao bitoque. Não querem respostas não perguntem, pá!
Até sempre,
Rafeiro Perfumado
Sogra: Então e tu já viste o pássaro?
Jove: Não, só o ouvi, àquela hora não me vou meter a espreitar pássaros.
Sogra: Se calhar é uma pega...
Jove: E eu sei lá como é que canta uma pega?
Foi então que dei por mim a gritar (um pouco mais alto do que aconselhado):
Rafeiro: Como é que canta a pega? Rapiiiiidiiiiiinha a cinco erós!!!
Obtive como resposta vários pares de olhos esbugalhados e incrédulos, não me restando outra alternativa que voltar a remeter-me ao silêncio e ao bitoque. Não querem respostas não perguntem, pá!
Até sempre,
Rafeiro Perfumado



