Cuidado com o Rafeiro! Não é que morda, mas podes pisá-lo sem querer...

segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

Uma revelação avassaladora!

Um dos pilares da minha vida ruiu na semana passada. É triste quando levamos uma existência inteira a acreditar em algo e, sem mais nem menos, essa crença nos é arrancada,sem dó nem piedade. Falo da revelação de que a Hello Kitty, afinal, não é uma gatinha,mas uma menina inglesa.

É avassalador saber que, contra tudo o que eu acreditava, as meninas inglesas têm orelhas pontiagudas, bigodes, não possuem boca e são da cor da neve. Fiquei igualmente a saber que esta “menina” frequenta, para sempre, a terceira classe. Aqui já consigo entender, pois uma aluna sem boca não há-de conseguir ter grande aproveitamento.

Mas nem tudo é negativo. Fiquei finalmente a perceber o porquê de nunca terem encontrado a Maddie. Procuraram em tanto lado quando na volta a cachopa estava escondida em cima de alguma árvore! Tivessem os polícias feito “bixxxx bixxxx bixxxx” e seguramente hoje estaria reunida com a família.

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 18 de Agosto de 2014

Queijo, esse manjar dos deuses

Quando digo a alguém que não gosto de queijo, a primeira reacção é tentarem bater-me, tal é a ofensa gastronómica que o meu gosto provoca. Mas, sem dúvida devido ao meu físico imponente, costumo safar-me com um simples “não sabes o que perdes” ou “és pouco parvo, és”.

Desculpem lá eu não gostar de uma coisa que cheira mal e sabe pior, está bem? Ainda mais sabendo que certos queijos, para curarem bem (estavam doentinhos, coitados), têm de ser mantidos debaixo do esterco dos animais e outros métodos capazes de me fazerem tornar exclusivamente carnívoro.

Há queijos que cheiram tão a coisas mortas que quem o come só pode ser necrófago! E que dizer do queijo suíço? Se gostam tanto de queijo, porque gostam tanto de um queijo onde faltam tantos bocados? Hum?!? Já para não falar daqueles queijos que têm um cheiro a chulé tão pronunciado que não deveriam ser comidos com pão, mas com palmilhas!

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 4 de Agosto de 2014

Colónia de nudistas, talvez...

Após muitas viagens a ter de carregar com 28 sacos e malas, lá convenci a minha jove a começar a levar menos coisas para férias. Estava eu a ficar tão orgulhoso dela quando nas últimas férias me disse: não sujes essa t-shirt que é a única que tens.

Criei um monstro!

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 14 de Julho de 2014

Não mudes de cor, não

Com a chegada do Verão, começa a ser comum encontrar exemplares que, sabe-se lá porquê, usam auto-bronzeadores que lhes dão uma tonalidade acenourada. Um conselho: não sejam estúpidos. Não só ficam com uma ar ridículo como consta que o Coelho anda com um apetite voraz.

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 30 de Junho de 2014

Boca no quê?

Sempre ouvi ser dito como ameaça "colocar a boca no trombone", como o acto de contar a toda a gente algum segredo mais pecaminoso.

Por muitas voltas que dê à cabeça, não percebo o sentido desta expressão. Além de ser um som grave, logo pouco audível, não sei o que um "proooo-proooo-proooo" poderia causar na reputação de alguém.

Porque não tentar escolher o instrumento consoante a gravidade do segredo a contar? Aí teríamos a boca no triângulo associado a não ter alimentado o gato, por exemplo, e a boca na vuvuzela associada a segredos mais cabeludos, como ter atropelado o mesmo gato!

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 23 de Junho de 2014

Como é que saímos daqui?!?

Volta e meia estou metido em festas de aniversário. Para além dos elementos normais, como o aniversariante, bolo de brigadeiro e bebidas de baixo teor calórico, de vez em quando tenho a sorte de apanhar uma garrafa de champanhe. No entanto, como a maior parte das festas de aniversário são feitas no ambiente laboral, fica bem beber apenas um copinho, não vá a alegria no trabalho ser excessiva.

Isso deixa-nos com um problema: o que fazer com o resto do champanhe para que ele não perca o gás, uma vez que é fisicamente impossível voltar a meter a rolha no gargalo da garrafa? E eis que aparece sempre a sugestão fabulosa: meter uma colher no gargalo. Mas vocês acham que as bolhinhas são mariquinhas ou têm algum trauma envolvendo colheres? Acham mesmo que elas estão lá em baixo, preparando-se para ascender ao céu e gritam "espera, espera, está uma colher no gargalo, temos de ficar aqui!"?!?

Se esta teoria fosse válida, passaria a andar com um molho de colheres, para impedir muita gente de poluir aerofagicamente o mundo! E se isso funcionasse com a verborreia oral, ui, era um ver se te avias de colherar o gargalo da malta!

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 9 de Junho de 2014

Feche os olhos ou use óculos escuros!

Há muito tempo atrás, um colega meu quis reportar a existência de bicheza no seu local de trabalho ao departamento responsável (por eliminar a bicheza, não pela bicheza em si).

Quando questionado sobre que tipo de bicho se tratava, e incapaz de fazer uma análise zoológica do mesmo, não vai de modas, espeta com o desgraçado do animal no scanner e envia a imagem.

Durante muito tempo andou tudo aflito, não fosse este nosso colega ter necessidade de enviar a identificação de um cliente para algum lado…

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 2 de Junho de 2014

Quando ser limpinho não é bom…

Estava eu e a jove alegremente a almoçar num restaurante quando, num movimento mal calculado, projectei uma linda e atraente batata frita para o chão, mesmo na zona onde clientes e empregados circulavam.

Movido pela minha consciência ecológica e ciente que a mesma poderia causar algum problema, apanho a dita e coloco-a ao lado do meu prato, tudo isto enquanto a jove olhava distraidamente para o telemóvel (devia estar a cuscar o Facebook, aquela agarrada).

Eis que recebo um SMS, desvio momentaneamente os olhos da mesa e, quando volto a olhar, o que vejo? O horror, o drama, o genocídio! A sacana papou toda a manteiga de alho! Só por causa disso fiquei em silêncio quando ela levou as mãos à batata frita e a comeu, deliciada.

Não me olhem assim, durante largos minutos observei-a atentamente, tentando vislumbrar sintomas de uma travadinha e, se não lhe deu nada até agora, volvidas que estão duas semanas, acho que se safou. O mesmo não posso dizer de mim, quando ela ler isto…

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 26 de Maio de 2014

Xau, xau, comélcio tladicional

Com tanta loja chinesa, qualquer dia não temos uma China Town, temos um China Country.

Até semple,
Lafeilo Pelfumado