Cuidado com o Rafeiro! Não é que morda, mas podes pisá-lo sem querer...

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

A um amigo do peito

É nos momentos difíceis que os amigos mais são precisos e se revelam verdadeiramente. Qualquer um se pode auto-intitular "amigo do peito" quando na vida tudo são rosas, mas é quando ficas em baixo que os amigos a sério entram em cena, desempenhando um papel crucial na salvação da nossa existência.

O que me leva a escrever hoje, num formato mais sério do que o normal, é precisamente agradecer a um desses amigos, que me apoiou e deu a mão num momento muito complicado da minha vida. Quando todos os outros se afastaram, ele ficou ao meu lado. Não foram precisas palavras, a sua presença silenciosa permitiu-me saber que ele estava comigo, para o que desse e viesse.

Quando pensei não ter mais forças dentro de mim, quando o pânico ameaçava instalar-se, bastou olhar para ele, para a sua calma perante as dificuldades, para tomar consciência de que o sol aparecerá sempre após a tempestade, impedindo-me assim de sequer pensar em desistir.

Quando a vida me forçou a ficar de cócoras, foi ele quem me incentivou a colocar tudo nos eixos, a conseguir levantar a cabeça, recuperar a dignidade e voltar a encarar o meu destino de frente.

Quando os demais me abandonaram, fugindo para longe de mim, foi ele que suportou os piores momentos comigo, sem um queixume ou vislumbre de arrependimento. Isso tocou-me, sabias? Todas as palavras serão poucas para te agradecer, mas prometo que nunca te esquecerei, Renova.

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Pssst, ó boa!

Aqui fica a minha contribuição para a enciclopédia trolheira:

"Podias ser o açúcar do meu café, que era para eu te mexer à vontade"

Até sempre,
Rafeiro Perfumado

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Desculpa lá, Darwin!

A evolução das espécies é uma constante nas nossas vidas, mesmo quando algumas das espécies sejam sádicas ao ponto de evoluírem para a extinção. Mas, consciências ecológicas à (perdão, mas olhe que o bebé já tinha esse alto na cabeça) parte, é do bicho homem que vos quero falar. A nossa espécie continua a evoluir, tal como as ferramentas que nos rodeiam. À crescente estupidificação (vê tu por onde andas, ó palhaço!) do ser humano, responde a sociedade criando equipamentos inteligentes, para compensar. Ele é telemóveis inteligentes, carros inteligentes, televisões inteligentes, até um shampoo inteligente eu (#%#$ mais quem não apanha a caca do cão!) já tive lá em casa, se bem que daí não tenha resultado grande elevação nas conversas tidas no duche.

Mas foquemo-nos no caso dos smartphones. Estou convencido que a utilização cada vez mais frequente deste equipamento, em qualquer situação, está a forçar a espécie humana a evoluir. Quando a (mas quem é que meteu aqui este poste?!?) utilização é feita em plena condução, até pode levar à aquisição de capacidades voadoras, tal o número de carros que perde o contacto com o chão à conta dos seus condutores prestarem mais atenção ao monitor do telemóvel do que à estrada.

Já na rua, os humanos (com especial incidência nos adolescentes) estão a evoluir para morcegos. Sim, morcegos, pois só um animal (eu não a apalpei, estava a tentar equilibrar-me!) provido de radar pode efectuar as manobras que essa malta faz na rua, sempre com a penca encostada ao telemóvel, evitando transeuntes, postes, buracos e outros obstáculos, tudo enquanto desempenham tarefas importantes, como colocar no Facebook a sua fúria relativamente à injustiça da última expulsão na Casa dos Segredos. Pronto, há sempre um ou outro que leva a bela da panada, mas a evolução tem destas coisas, só os mais fortes (e resistentes) sobrevivem…

Até sempre (Buraco? Qual buraaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…)

PS: tão cedo não volto a colocar textos no blog através do telemóvel, as pessoas não têm qualquer respeito com quem tenta socializar virtualmente

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O regresso de Sócrates

Desenho efectuado pelo Carlos Rocha, representando na perfeição a minha ideia sobre a memória dos portugueses relativamente a quem os vigariza.

Até sempre,
Rafeiro Perfumado