Quando digo a alguém que não gosto de queijo, a primeira reacção é tentarem bater-me, tal é a ofensa gastronómica que o meu gosto provoca. Mas, sem dúvida devido ao meu físico imponente, costumo safar-me com um simples “não sabes o que perdes” ou “és pouco parvo, és”.
Desculpem lá eu não gostar de uma coisa que cheira mal e sabe pior, está bem? Ainda mais sabendo que certos queijos, para curarem bem (estavam doentinhos, coitados), têm de ser mantidos debaixo do esterco dos animais e outros métodos capazes de me fazerem tornar exclusivamente carnívoro.
Há queijos que cheiram tão a coisas mortas que quem o come só pode ser necrófago! E que dizer do queijo suíço? Se gostam tanto de queijo, porque gostam tanto de um queijo onde faltam tantos bocados? Hum?!? Já para não falar daqueles queijos que têm um cheiro a chulé tão pronunciado que não deveriam ser comidos com pão, mas com palmilhas!
Até sempre,
Rafeiro Perfumado
Desculpem lá eu não gostar de uma coisa que cheira mal e sabe pior, está bem? Ainda mais sabendo que certos queijos, para curarem bem (estavam doentinhos, coitados), têm de ser mantidos debaixo do esterco dos animais e outros métodos capazes de me fazerem tornar exclusivamente carnívoro.
Há queijos que cheiram tão a coisas mortas que quem o come só pode ser necrófago! E que dizer do queijo suíço? Se gostam tanto de queijo, porque gostam tanto de um queijo onde faltam tantos bocados? Hum?!? Já para não falar daqueles queijos que têm um cheiro a chulé tão pronunciado que não deveriam ser comidos com pão, mas com palmilhas!
Até sempre,
Rafeiro Perfumado

