Cuidado com o Rafeiro! Não é que morda, mas podes pisá-lo sem querer...
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A minha peidola não é igual à tua, ok?!?

Que título porreiro para fazer furor nas pesquisas da Internet... infelizmente, se vieste aqui parar à conta dele, desengana-te, pois apesar do tema girar à volta de peidolas, não vai haver nada no texto que possa mexer-te com a libido. A não ser que sejas mesmo tarado, nesse caso deixa-te ficar por aí mas caladinho, que não tenho paciência para aturar gente da tua laia.
O cu. Tanta coisa que haveria a dizer sobre o principal cano de esgoto do nosso corpo, mas hoje não, pois quero simplesmente falar sobre uma das coisas que mais vezes lhe acaricia o rego. E se pensaste em outra coisa que não no papel higiénico, então fica sabendo que também estás englobado no aviso feito aos tarados!
É sabido que em indústrias que fabricam um produto simples, como é o caso do papel higiénico, existe uma luta tremenda para tentar distinguir uma marca da outra, como que tentando fazer esquecer o fim último do papel, que é mesmo limpar o cu, não me lixem com os embelezamentos ou eufemismos. Eles bem tentam jogar com a textura, com o perfume, com o número de folhas, com o padrão, epá, vai tudo parar ao mesmo sítio, garanto que não é por um papel ter cheiro a pêssego que o vou passar com mais cuidado no cu ou verificar se depois da passagem ainda conserva o aroma original! Já no que diz respeito à textura, eu quero lá saber se tem desenhos em forma de diamante, com a cara do Gansolino ou o raio que o parta, aquilo é para limpar, não é propriamente para ter uma experiência sensorial ou para ver que tipo de sulcos faz!
O mais estranho é que, no meio de tanta inovação, esquecem-se da mais importante: o cu em si! Estão a cair no erro primário da indústria, que é fabricar produtos que acreditam ser o que os consumidores querem, sem se preocuparem com aquilo que os consumidores realmente necessitam. E, tratando-se de peidolas, basta uma pequena observação (por vezes bastante demorada) para constatar que não há dois cus iguais.
Querem inovar realmente? Larguem lá o cheirinho a limão ou lavanda, esqueçam a textura em trapezóides, desistam de engrossar cada vez mais as camadas e concentrem-se na largura do papel! Sim, na largura! Porque se há por aí cuzinhos que uma tira de papel seria suficiente para recolocar tudo no estado original, há outros que nem com um rolo A3 dão conta do serviço! E depois quem se lixa é o consumidor, não é, que leva com produtos de tamanho padrão que não o satisfazem minimamente! E continuo a falar de papel higiénico!

Até sempre,
Rafeiro Perfumado